sexta-feira, 19 de julho de 2019
O homem e a lua.
Relação na umidade do ar.
Por ser talvez uma abordagem, reflexo da função no tempo haja Valência na função do tempo real, qual refletido instinto busca resgate podendo ser paranoia no sentido ao se movimentar diante do infinito, transfere ao coração nos batimentos, qual realidade dessa interessante; um degrau de escada separa realidade de um sonho, naturalmente a terra tão distante poderia ser visível do sonho ao se movimentar daquela realidade todo tempo adiante em ênfase dos sentimentos sinistros? Qual será tal distancia, onde alguns passos estão gravados ao espaço, para onde terra movimentar? De lá seria hoje lembrança, com memória real da existência, vida por um sonho realizado. Enfim o que nos movimenta pelo caminho vem das intensidades adversas de energia encontrada com razão cinco bifurcando, sempre que algum sonho registra qualquer desejo envolvendo realidade humana, para seguir sempre em frente observando dos bloqueios naturais, gerando nos desvios transtornos qualificados na relevância, com eloquência de um povo unido pela democracia; algum sonho que venha fluir como parte do passado hoje se considerado cinco? Outra vez algo do destino no mesmo desejo, talvez seja razão dele promover do profundo, preparo ao domínio na mesma dimensão, para obter da reação, energia na intensidade, qual DL posiciona razão da Valencia em algum estado, quando fixou à orbital considerada na eloquência ao se distinguir pelo humano, qualquer sensação de prazer ao praticar tal demência, própria da relevância natural da objetividade individuo alem da subjetividade; Quando se observa ao brilho das estrelas sem presença do luar, qualquer noite das tantas brilharam por vezes indefinidas partes, talvez fosse melhor qualquer noite sem o brilho delas? Por vir ou de onde vem tal pensamento se imagina.
Márcio palafi, 19/07/2019.
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