sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Surrealismo.

Liberdade diante à realidade. No fundo do pensamento alguém um dia imaginou que estava em algum tempo, pela sua memória lembrava algo, que ao menos seria qualquer semelhança à imagem na qual viu ao se fixar diante do espelho, por alguns segundos pensou em narciso, porém pela profundidade alcançava ao seu interior, como se fosse seu objetivo entender aquela mensagem, depois de algumas horas lembrou: quando avistava alguém muito longe confundira se diante de sua imagem, para que do profundo alcançado possuísse tamanha incógnita, que somente após refletir sobre qual objetivo administrava solucionou algo assim, como se fosse sua imagem semelhante da memória não tinha, qual objetivo variava em medida ao espaço, onde sua participação era solicitada em necessidade, porém algum subjetivo não chegava seu conteúdo ficando distante de sua razão se libertou daquela ilusão narcisista de uma vez por todas. Márcio palafi, 19/09/2014.

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