domingo, 26 de abril de 2015

Campo de um vale além da montanha.

Vale por campo vertente. Quando se deflagra ao paraíso, sendo vale profundo ao sentido da figuração metáfora seria atravessa-lo diante serpentes, porém além por um campo, que vertentes encontrassem boa esperança, assim caminha humanidade, com passos de formiga e sem vontade, pelos detalhes justos da razão na incógnita hipócrita do desejo em prosseguir pelo vale, como se fosse alimento do próprio imaginário buscar dogma da subjetividade no objetivo do individuo, pelas promessas ninguém tem tino na vida, para eternizar qualquer presa fácil pelo insaciável destino na participação em condicional do arbítrio no movimento continuo da humanidade, quando fica deflagrado no paraíso qualquer desejo, sendo para seguir em frente e não olhar para traz, pois seria repetir aos mesmos erros abandonando campo, para voltar ao vale profundo da matéria emocional do individuo sem objetivo claro da expressão aberta sem finalidade no principio de sua razão maior, qual alcançaria seu mais profundo além dos sinais emitidos da montanha imaginaria formada no pensamento de um campo no horizonte infinito. Márcio palafi, 26/04/2015.

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