domingo, 23 de agosto de 2015

Pela lente do amor.

Foco por foco. Os intervalos na vida retratam incógnitas ao longo de um caminho duro, poderemos ser, estar, existir em um fragmento de memória passado pelo tempo; poderíamos ate falar sobre adjacências coerentes pelo estado sóbrio dela, quando relativa um instante passageiro, onde pedras são colhidas lá bem onde se justificam; lamentação perdura, além delas outras qual trabalhadas consomem pelos dialetos ilusões tantas quanto forem crenças, nelas focalizadas em casos extremos da lamentações, intervalos são mesmo lacunas que imitam labirintos por suas formações, todas elas retratam ligações profundas das palavras, todas seguirão ritmo do qual maestro batuta mostrara no ensaio razões dele figurando melodia no intermédio de conceitos naturais aos sobrenaturais. Márcio palafi, 22/08/2015.

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