segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Navegação flutuante.

Sonho navegante. Quando estivera no pensamento em alcance à realidade, por tempos indefinidos as imagens desta realidade refletiram, pois a visão de uma nova psicologia aprofundada pelas ilusões nos traços dos tempos realizaram os sonhos das expressões entendidas, além das consequências reagidas em razão específica à vontade no sonho se fez numa imagem realmente própria de quem pode encontrar o próprio tempo na imagem mais profunda, qual for o instinto ou estímulo no conceito interior, onde o ego sentir-se-ia com força e prazer em conquistar a vontade do sonho, através da realidade em exercício da memória, incluindo assim a intenção mais profunda envolvida pela realidade dos próprios pensamentos, mais profundos à compreensão no âmago se delimita do que se fez, como imagem real da fé, pela competência em memória ao estado físico encontrado pelo sonho da própria realidade. Por um fato mais distante, onde o suporte resiste com fé A parte mais própria aprofunda em meio aos rastros sinistros A vela aberta entoa a direção, quando a primeira nau retorna Vindo de um abismo tão profundo Mesmo com o vento forte o leme avistando não mais que o fim Mas a visão além, o tempo não volta O caminho em frente arde ao sol Quando seus raios à vela entoa vento regado de som brisa mar Beira mar ainda distante ate por mais a ventar o som do raio Além do raio de luz na escuridão Não mais que o fim O vento e a nau retornam quando a noite de lua Agora raio de prata durando o tempo ao vento Ao ritmo do som navegando a nau. Márcio palafi, 21/12/2015.

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