segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
contentamento lírico.
Imaginando alem do anoitecer.
Por passar algo em tempo dominava os vales, perdido quando achava situar alem da escuridão, por algo assim, acontecia sem tensão objetiva, qual subjetivo à pretensão não delineava algo no DPB estava à subjetividade observar objetividade indivíduo, para vida provar conectando cotidiano algo do fato alem da subjetividade processada no enigma, por um livramento, sentido vindo do instinto em algo da ilusão poderia participar erudição por algo do fato nos irracionais à fixação do instinto no sentido humano, quando sofrem sem fé não entendem a razão, qual se deu no fato visto do fundo sem luz de um abismo, iluminado há verdade enquanto o pensamento se origina das imagens refletidas nas palavras, talvez por um tempo de ligação, quanto tão profundo busca distante algo da realidade está tão semelhante, que aos olhares vencidos não reflete alem do bloqueio em transtorno qualquer, pensando alem da realidade no sonho dia fica claro, depois da tempestade ainda alguma parte em tempo para viver, novamente claro como dia, era noite de estrelas no céu mais escuro refletem, refletem,refletem...
_____ se há mensagem, seguindo caminho na vida alem; desse destino alguma lição que tempo na mensagem ficou ao distante, quanto profundo fica sensação, existir pela causa do juízo final nas partes fiéis fatos, para tal delírio quanto profundo se caminhar vem de uma força, no fundo cada um entende que tal energia está pela necessidade natural de ser, existir ao longo da vida.
Márcio palafi, 25/02/2019.
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