sábado, 23 de janeiro de 2016

Livramento passa por incógnita tempo.

Memória do amanha. A vida em um destino na presença clara da lembrança de um tempo qualquer se difere dos demais momentos, quando as ações completam de modo pleno a lacuna ou lacunas pelos períodos na memória reproduzidos... ____Temos as formas e dados específicos além da genética, passando a fazer parte do cotidiano o pensamento o sonho e a realidade o que nos resta é a capacidade psíquica e controle da ação consciente da consequência no ambiente social. O sonho traz de volta o pensamento da realidade e a forma de ação está diretamente ligada à intenção na qual o portador apresenta-se em local e hora, para praticá-la mediante a vontade de Deus, este estando ligado a fatos consecutivos conectados em exercício da memória, pelo ideal da própria realidade, que em uma forma à definição não teria esperança numa iniciativa consolidada em tal semelhança ao passo que em uma forma definida teria um principio de esperança à renovação do tempo mesmo que a semelhança não esteja em condição da própria realidade, isto poderia ser argumentado em um estado físico próprio em outro tempo não específico à realidade deste tempo, então seria próprio de uma renovação na realidade em exercício na vida própria à realidade em qualquer tempo. A esperança renova-se em formas definidas por tempos semelhantes não especificados, mas a esperança não deixa de estar consolidada em uma forma definida. Márcio palafi, 23/01/2016.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Memória do amanha.

Reações do pensamento de risco imaginário. Ontem pensava qual tempo seria melhor, para o que imaginei hoje fosse compreendido, então somente amanha terei prova no imaginário naquele comentário pensando na possibilidade de que desse fato, fosse analogia despertada por algum medo, despertando reação ao prever abuso cometido ao imaginar algo desconhecido, por um fato ocorrido à memória referindo à reação de alguém “nós fazemos o planeta reage”: principio da inclusão de um pensamento no imaginário, onde em frente acontece realismo, para que aos de frente se deparem ao abuso como ponto de partida, para que da diversidade de pensamentos na passagem por um mundo real não se perca no passado na memória do amanha. O medo pode ter inicio onde se origina a dor na qual o tempo tem como parte física em uma ilusão qualquer. A mesma origem desta dor pode também ter dito uma contaminação psíquica em qualquer tempo de uma realidade qualquer, então parte do medo já é predisposto pela eloquência física na participação do pensamento próprio em discussão na busca da memória, pois quando pensamos também disposto ao medo ficamos pelo valor em tal busca, ate que fique visível o tempo normal da realidade, por ela ter o próprio raciocínio da realidade pelo inicio ou reinicio, quando compreensão se faz entendimento próprio. Márcio palafi, 01/01/2016.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Navegação flutuante.

Sonho navegante. Quando estivera no pensamento em alcance à realidade, por tempos indefinidos as imagens desta realidade refletiram, pois a visão de uma nova psicologia aprofundada pelas ilusões nos traços dos tempos realizaram os sonhos das expressões entendidas, além das consequências reagidas em razão específica à vontade no sonho se fez numa imagem realmente própria de quem pode encontrar o próprio tempo na imagem mais profunda, qual for o instinto ou estímulo no conceito interior, onde o ego sentir-se-ia com força e prazer em conquistar a vontade do sonho, através da realidade em exercício da memória, incluindo assim a intenção mais profunda envolvida pela realidade dos próprios pensamentos, mais profundos à compreensão no âmago se delimita do que se fez, como imagem real da fé, pela competência em memória ao estado físico encontrado pelo sonho da própria realidade. Por um fato mais distante, onde o suporte resiste com fé A parte mais própria aprofunda em meio aos rastros sinistros A vela aberta entoa a direção, quando a primeira nau retorna Vindo de um abismo tão profundo Mesmo com o vento forte o leme avistando não mais que o fim Mas a visão além, o tempo não volta O caminho em frente arde ao sol Quando seus raios à vela entoa vento regado de som brisa mar Beira mar ainda distante ate por mais a ventar o som do raio Além do raio de luz na escuridão Não mais que o fim O vento e a nau retornam quando a noite de lua Agora raio de prata durando o tempo ao vento Ao ritmo do som navegando a nau. Márcio palafi, 21/12/2015.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

A vida prova.

Os pais e a vida humana. Quando existe uma razão no fundo de uma ilusão as pessoas se encontram em uma realidade própria, por um tempo exato. Quando as pessoas se encontram na ilusão tendo uma razão própria a reação da sociedade assegura-se pela realidade do exercício de quem busca no fundo de uma ilusão a propriedade da razão no entendimento em uma formação psíquica, onde a estrutura é de pura fé e quanto mais profunda for à ilusão a razão poderá ser refletida através da realidade do próprio exercício em prol à memória como resgate. Quanto mais vaga-se em “uma ilusão” os indícios da razão se retratam no próprio resgate, pelo principio do estado físico social do homem em seu espaço dentro de qualquer das camadas sociológicas da vida como um todo, além disso existem por serem de fé, pelo exercício da própria memória. Márcio palafi, 16/12/2015.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Boas recordações ligam paz.

Prática à memória em tempo. Oh! Deus permita-nos um tempo melhor, que neste tempo possamos resgatar momentos mais felizes entre os nomes, lembranças de verdadeiros guerreiros da história “que lutam pela paz” sejam eles, estejam eles onde estiverem o que temos são boas lembranças, apesar de passar por nós ventos ou sonolentos e solitários sentimentos, quando temos a imaginação retratada nas lembranças dos dias solenes, que o tempo não consegue apagar com seus métodos nocivos à humanidade; estão ai nas lembranças cujo tempo vem em ritmo de sons nos quais fazem nos sentir melhor relembrando, por vivermos uma realidade sóbria e consciente do que somos, para onde vamos e o que vamos fazer em tempo. Márcio palafi, 14/12/2015.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Promessa de vida.

Espaço solidão. O sopro de tempo traz com o vento Um invento cada vez mais forte Cada tempo lamento forte e feliz Pois há flores refiz Aura flora em berço matriz O desafio da vida em tempo agora Com a forma feita Aurora quis saber onde foi o vento Com força agora onde está Foi promessa de vida ou foi à vida Toda parte foi mesmo foi mesmo Encontro forma esta se conduz Para caminho marcar. Márcio palafi, 08/12/2015.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Sentido do movimento.

Energia em razão do movimento. Uma margem de tempo repentinamente percorre um espaço pelo interior mais profundo do ser humano o trajeto está relacionado ao seu percurso social decorrente nos movimentos de suas ações, donde estão delimitados limites em cada margem de tempo. O linear do espaço nem sempre é uma reta, quando certa quantidade de energia é utilizada em uma curva no espaço social do seu tempo. A sua capacidade vem em seus movimentos em sua realidade própria, assim ao desprender cada tempo de energia os seus limites são renovados, por ocasião na capacidade do seu movimento refletido nas ações humanas de consequências sociais, estas energias tendem-se ao equilíbrio, quando são usadas dentro de seus espaços próprios de razão por um todo. Márcio palafi, 02/12/2015.