domingo, 2 de junho de 2013
Dimensão referência estável.
Periódica remota.
Uma unidade que no extrato, avance novamente pela atmosfera, corações perdidos perderiam não mais, que uma nova ideia se quando ela fosse necessária a possuir nesse espaço qualquer forma, desenforme algo assim, pelo ar sem direção não possui volume, naturalmente não existe, enfim pela finalidade de quem for tal não existência não mais, jamais em tempo de retorno possível admirável, novamente oculto achará seu conteúdo não existente, como nos acervos não revelados dos fundos profundos do cotidiano, quando alguém esquece em vir, pelo mesmo demora, para não mais possuir desejo algum, tempo não foi aquilo que se possui, sendo assim, pela outra não mais se viu também por outra, viram com temor interior lá de fora, impossível que esteja dentro em alguma parte desse período, quando tempo não formará seu entendimento por falta de informação adequada.
Márcio palafi, 02/06/2013.
Procurando um sinal positivo.
Tratando ao assunto cotidiano ironia no destino, algum estado influiria razões múltiplas, quanto distinta fosse tal capacidade, pelo passo atraído à inércia poderia pelas mesmas razões múltiplas atrair ao centro evolutivo, pois estaria à incógnita cotidiana, qual aparência natural, mais alguns sensatos aparatos não destilam em outra parte; alguém concluído não faz do remediar algo irônico, pois dele tal ironia competiria ao destino social, quando fosse pela parte estando ela tarde, antes tarde do que nunca, ensaiariam seus delírios sem conexão, mais uma vez sem direção, também não alcançam ate tanto firmamento em expressão, porque qualquer edificação, sendo em obra não retrata seu absoluto interior se esse não a descoberto sem chance de se deflagrar, redime ao luar deslumbrado, pelas contradições atirando ao conceito criminal seus tais delírios consomem se pela exatidão mais ajustada, para tal conceito figurar mais uma vez pelas tantas, passagem no ser que estável estaria tanto, quanto determinado em competir, deixando de lado sua razão, qualquer poder em tempo, por consolidar realidade relativa em delírio, conceituando nessa em considerar prática para admitir, qual errar no engano matinal, por mais de uma vez ao firmamento inatingível, qualquer razão denominada além desse estado.
Márcio palafi, 02/06/2013.
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