sábado, 15 de junho de 2013

Pretexto matáfora no pretérito.

Lua de prata ao firmamento. Um dia permanece à memória ao construirmos, algo imaginável que lembramos, quando qualquer dia alguma sintonia insistir em aparentar semelhança, com seu domínio pelo ar, quanto mais deseja à memória, quanto mais nesse dia, lembrança vem fazer daquela hora, qualquer felicidade também semelhante, por existir em conceito obra, qual traz à tona sentimento explicito da verdade na frequência do tempo, por todo seu afeto ser algo de vida em cotidiano à verdade do mundo realmente nitidamente próprio à razão do próprio juízo. Márcio palafi, 12/06/2013. Eixo em um monumento marginal. O lado oculto em sua vida não lhe oferecia mais, pelo distante passado estresido ao acaso, só não lhe doavam mais, como ao profundo não lhe atingia, representava assim qualquer realidade, qual lhe entoasse qualquer som, do qual em movimento à paranoia competia mais vezes, quanto mais atiravam lhe objeções, mais qual lhe oferecia, ainda não lhe doava tantas vezes das confirmações, pois hoje assim mesmo representa ao oculto um profundo, ate não mais condições, presente lhe dando ao acaso, por mais outro dia representar presença solicitante do seu eu, qual onde estava de lá lhe oferecia mais, quanto mais lhe doavam ate ao seu profundo fim, também não mais ser alcançado, porque tal realidade consumia além outra parte adiante, por mais além avistar do seu eu ao de outro alguém lhe oferecer tal parte ao estado enfim. Márcio palafi, 14/06/2013.

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